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@umfluprarecordar Um Flu pra Recordar Pra quem sente saudades dos timaços, jogos e campeonatos conquistados do Fluzão, aqui você irá relembrar, reviver e recordar! Adm @walterjunior2004
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Pra quem sente saudades dos timaços, jogos e campeonatos conquistados do Fluzão, aqui você irá relembrar, reviver e recordar! Adm @walterjunior2004

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  • O ALEGRE CAFURINGA  Vê-lo jogando parecia um desenho animado. Era uma alegria para a torcida do Fluminense. Falar de Moacir Fernandes, que viveu entre 10 de novembro de 1948 e 25 de julho de 1991, muito provavelmente, poucos saberão de quem se tratava. Mas, de Cafuringa, muitos se lembrarão. Quem lhe deu este apelido e o motivo ele não sabia. Chegou o Botafogo em 1965, mas foi no tricolor carioca que o ponteiro-direito viveu seus melhores dias como jogador profissional. Em sua plenitude física, Cafuringa desenvolvia 100 metros em 11 segundos calçando apenas um tênis comum. Cafuringa sabia como tirar proveito de sua estupenda velocidade, principalmente graças ao talento de grandes lançadores como Gerson “O Canhotinha de Ouro” e mais tarde Roberto Rivellino. Seu pique desmontava os bloqueios defensivos para cruzamentos, ou ainda para suas finalizações, que raramente ganhavam o fundo das redes adversárias! Jogando com a camisa do Fluminense, o “ciscador” Cafuringa marcou apenas 16 gols, uma média de apenas 2 tentos por ano. E para a alegria de uma legião de fãs, o sempre rápido Cafuringa eventualmente também marcava seus golzinhos. Das arquibancadas era possível ouvir o coro animado da torcida tricolor: Cafu, Cafu, Cafu… Nas Laranjeiras, o ponteiro-direito participou de conquistas importantes; como os títulos cariocas de 1969, 1971, 1973, 1975, a Taça de Prata de 1970, Taça Guanabara de 1969 e 1971 e o Torneio Internacional de verão de 1973. Na conquista da Taça de Prata, Cafuringa não dava consequência a todas as investidas pela extrema, mas tinha a preciosa virtude de minar fisicamente o adversário direto, levando-o sempre à exaustão e provocando, com isso, o desmoronamento do sistema de cobertura do time adversário. Ao todo foram 336 jogos pelo Fluminense, com 177 vitórias, 77 empates e 82 derrotas, tendo feito 26 gols. Obrigado por tudo Cafuringa! ST

    O ALEGRE CAFURINGA  Vê-lo jogando parecia um desenho animado. Era uma alegria para a torcida do Fluminense. Falar de Moacir Fernandes, que viveu entre 10 de novembro de 1948 e 25 de julho de 1991, muito provavelmente, poucos saberão de quem se tratava. Mas, de Cafuringa, muitos se lembrarão. Quem lhe deu este apelido e o motivo ele não sabia. Chegou o Botafogo em 1965, mas foi no tricolor carioca que o ponteiro-direito viveu seus melhores dias como jogador profissional. Em sua plenitude física, Cafuringa desenvolvia 100 metros em 11 segundos calçando apenas um tênis comum. Cafuringa sabia como tirar proveito de sua estupenda velocidade, principalmente graças ao talento de grandes lançadores como Gerson “O Canhotinha de Ouro” e mais tarde Roberto Rivellino. Seu pique desmontava os bloqueios defensivos para cruzamentos, ou ainda para suas finalizações, que raramente ganhavam o fundo das redes adversárias! Jogando com a camisa do Fluminense, o “ciscador” Cafuringa marcou apenas 16 gols, uma média de apenas 2 tentos por ano. E para a alegria de uma legião de fãs, o sempre rápido Cafuringa eventualmente também marcava seus golzinhos. Das arquibancadas era possível ouvir o coro animado da torcida tricolor: Cafu, Cafu, Cafu… Nas Laranjeiras, o ponteiro-direito participou de conquistas importantes; como os títulos cariocas de 1969, 1971, 1973, 1975, a Taça de Prata de 1970, Taça Guanabara de 1969 e 1971 e o Torneio Internacional de verão de 1973. Na conquista da Taça de Prata, Cafuringa não dava consequência a todas as investidas pela extrema, mas tinha a preciosa virtude de minar fisicamente o adversário direto, levando-o sempre à exaustão e provocando, com isso, o desmoronamento do sistema de cobertura do time adversário. Ao todo foram 336 jogos pelo Fluminense, com 177 vitórias, 77 empates e 82 derrotas, tendo feito 26 gols. Obrigado por tudo Cafuringa! ST

  • Quem imaginava em Mariano? Que Aquele lateral sem muito brilho, que chegou do Atlético MG no início de 2009, conseguiria dar um salto tão grande com a camisa do Fluminense? Ele demorou um pouco a emplacar, é verdade, mas quando se soltou... Ninguém segurou mais! Basta lembrar a reta final do campeonato brasileiro de 2009, quando, com grandes atuações, foi um dos responsáveis pelo surgimento do Time de Guerreiros, que evitou um rebaixamento praticamente certo. Mas ele queria mais. Afinal, simplesmente brigar para não cair, não pode ser considerado mérito para qualquer jogador que se preze. Sendo assim, tratou de manter o nível, sendo, com isso, merecidamente convocado pelo técnico Mano Menezes para a seleção Brasileira em dois amistosos. O lateral terminou o brasileiro voando. Foi desta forma que disputou toda a temporada 2010. Que fase! Uma unanimidade por todos os torcedores, só ficou de fora de quatro partidas da equipe, duas delas por estar servindo a seleção. Na ocasião, foram duas derrotas seguidas, para Santos e Cruzeiro. Prova que Mariano fez muita falta ao Flu. Obrigado Mariano! ST

    Quem imaginava em Mariano? Que Aquele lateral sem muito brilho, que chegou do Atlético MG no início de 2009, conseguiria dar um salto tão grande com a camisa do Fluminense? Ele demorou um pouco a emplacar, é verdade, mas quando se soltou... Ninguém segurou mais! Basta lembrar a reta final do campeonato brasileiro de 2009, quando, com grandes atuações, foi um dos responsáveis pelo surgimento do Time de Guerreiros, que evitou um rebaixamento praticamente certo. Mas ele queria mais. Afinal, simplesmente brigar para não cair, não pode ser considerado mérito para qualquer jogador que se preze. Sendo assim, tratou de manter o nível, sendo, com isso, merecidamente convocado pelo técnico Mano Menezes para a seleção Brasileira em dois amistosos. O lateral terminou o brasileiro voando. Foi desta forma que disputou toda a temporada 2010. Que fase! Uma unanimidade por todos os torcedores, só ficou de fora de quatro partidas da equipe, duas delas por estar servindo a seleção. Na ocasião, foram duas derrotas seguidas, para Santos e Cruzeiro. Prova que Mariano fez muita falta ao Flu. Obrigado Mariano! ST

  • HERÓIS DA COPA (2007) Alex Dias Almeida, mais conhecido como Alex Dias, fez parte do elenco do Flu campeão da Copa do Brasil. Sempre com faro de gol apurado e sempre artilheiro em todos os times que passou, suas principais caracteristicas eram a velocidade e dribles rápidos. Chegou ao tricolor em 2007, e ao lado de Carlos Alberto, Thiago Neves e Adriano Magrão, conquistou a primeira Copa do Brasil pelo Fluminense. Marcou 3 gols naquela edição da Copa do Brasil e foi o primeiro jogador a marcar um gol no Engenhão. Obrigado Alex Dias! ST

    HERÓIS DA COPA (2007) Alex Dias Almeida, mais conhecido como Alex Dias, fez parte do elenco do Flu campeão da Copa do Brasil. Sempre com faro de gol apurado e sempre artilheiro em todos os times que passou, suas principais caracteristicas eram a velocidade e dribles rápidos. Chegou ao tricolor em 2007, e ao lado de Carlos Alberto, Thiago Neves e Adriano Magrão, conquistou a primeira Copa do Brasil pelo Fluminense. Marcou 3 gols naquela edição da Copa do Brasil e foi o primeiro jogador a marcar um gol no Engenhão. Obrigado Alex Dias! ST

  • O clássico vovô, tem esse nome, por serem os dois clubes praticantes do futebol, mais antigos entre os grandes do Rio de Janeiro, sendo também o grande clássico mais antigo do Brasil, pois o seu primeiro jogo foi em 22 de outubro de 1905, um amistoso que o Fluminense venceu por 6x0. Fluminense x Botafogo é o terceiro grande clássico mais antigo do continente americano, sendo que o mais antigo é o clássico uruguaio Nacional x Peñarol. O nosso tricolor foi o pioneiro do futebol no estado, e serviu de inspiração para surgimento de outros clubes de futebol, inclusive o Botafogo, clube esse que foi criado em oposição ao Flu, pois considerava o tricolor um clube "quase inglês". Enquanto o Flu era formado por homens de fartos bigodes, força física, classe e confiança naturais de sua idade, os atletas do Bota eram basicamente rapazes de 16 anos, ainda começando a idade adulta, com respeito e admiração pelos seus adversários. O primeiro jogo oficial, foi pelo campeonato carioca de 1906, na qual o Fluminense aplicou uma sonora goleada no alvinegro: 8x0. Foram 376 partidas em toda história do clássico, onde o Flu venceu 136 partidas, empatou 116 jogos e saiu derrotado 124 vezes. Os maiores artilheiros tricolores do clássico vovô são Waldo com 16 gols(anos 1950 e 1960), Fred com 14 (anos 2000 e 2010) e Welfare com 13 (anos 1910 e 1920). Flu x Bota se enfrentaram em decisões e campeonato carioca, em 5 oportunidades, onde o Flu venceu 4 (1946, 1971, 1975 e 2012) e perdeu apenas 1 (1957). Resumidamente, o Botafogo foi o nosso grande primeiro rival, mas também o nosso primeiro grande freguês, onde foi sempre alvo de grandes goleadas e grandes carrascos! Vence o Fluminense! ST

    O clássico vovô, tem esse nome, por serem os dois clubes praticantes do futebol, mais antigos entre os grandes do Rio de Janeiro, sendo também o grande clássico mais antigo do Brasil, pois o seu primeiro jogo foi em 22 de outubro de 1905, um amistoso que o Fluminense venceu por 6x0. Fluminense x Botafogo é o terceiro grande clássico mais antigo do continente americano, sendo que o mais antigo é o clássico uruguaio Nacional x Peñarol. O nosso tricolor foi o pioneiro do futebol no estado, e serviu de inspiração para surgimento de outros clubes de futebol, inclusive o Botafogo, clube esse que foi criado em oposição ao Flu, pois considerava o tricolor um clube "quase inglês". Enquanto o Flu era formado por homens de fartos bigodes, força física, classe e confiança naturais de sua idade, os atletas do Bota eram basicamente rapazes de 16 anos, ainda começando a idade adulta, com respeito e admiração pelos seus adversários. O primeiro jogo oficial, foi pelo campeonato carioca de 1906, na qual o Fluminense aplicou uma sonora goleada no alvinegro: 8x0. Foram 376 partidas em toda história do clássico, onde o Flu venceu 136 partidas, empatou 116 jogos e saiu derrotado 124 vezes. Os maiores artilheiros tricolores do clássico vovô são Waldo com 16 gols(anos 1950 e 1960), Fred com 14 (anos 2000 e 2010) e Welfare com 13 (anos 1910 e 1920). Flu x Bota se enfrentaram em decisões e campeonato carioca, em 5 oportunidades, onde o Flu venceu 4 (1946, 1971, 1975 e 2012) e perdeu apenas 1 (1957). Resumidamente, o Botafogo foi o nosso grande primeiro rival, mas também o nosso primeiro grande freguês, onde foi sempre alvo de grandes goleadas e grandes carrascos! Vence o Fluminense! ST

  • HERÓIS DO MUNDIAL (COPA RIO 1952) Orlando de Azevedo Viana, mais conhecido como Orlando Pingo de Ouro, começou a sua carreira no futebol pernambucano em 1941, e foi campeão estadual em 1945 pelo Náutico. Chegou ao tricolor das Laranjeiras em 1945, e rapidamente se tornou o xodó da torcida do Fluminense. O Grande ídolo daquela época. Atacante hábil, inteligente e de deslocamentos rápidos, é até hoje o segundo maior artilheiro da história do clube, com 186 gols marcados em 310 jogos disputados. Ao contrário de outros atacantes, que conquistam seu espaço pela altura ou ainda pela forte composição física, Orlando não foi um homem beneficiado pela natureza. Em compensação, o baixinho Orlando tinha malícia, sutileza e inteligência para se livrar da marcação e aparecer sempre no lugar certo para fazer seus gols. Com tais atributos, Orlando ganhou o apelido de “Pingo de Ouro”. O seu apelido foi dado após marcar 4 gols em um dia chuvoso contra o Bonsucesso, tendo o jornalista José Araújo escrito no dia posterior, que Orlando "parecia um pingo dágua presente em todo o gramado e brilhando como se fosse ouro". apelido que o acompanhou durante toda sua carreira nos clubes em que defendeu. Fazia gols em quantidade e gols importantes, como o antológico gol de bicicleta, que decidiu o Torneio Municipal, contra o Expresso Vascaíno em 1948. Ou o que abriu a contagem na vitória de 2×0 sobre o Corinthians, na primeira partida válida pela final do Mundial de 1952 (Copa Rio). Obrigado Orlando Pingo de Ouro! ST

    HERÓIS DO MUNDIAL (COPA RIO 1952) Orlando de Azevedo Viana, mais conhecido como Orlando Pingo de Ouro, começou a sua carreira no futebol pernambucano em 1941, e foi campeão estadual em 1945 pelo Náutico. Chegou ao tricolor das Laranjeiras em 1945, e rapidamente se tornou o xodó da torcida do Fluminense. O Grande ídolo daquela época. Atacante hábil, inteligente e de deslocamentos rápidos, é até hoje o segundo maior artilheiro da história do clube, com 186 gols marcados em 310 jogos disputados. Ao contrário de outros atacantes, que conquistam seu espaço pela altura ou ainda pela forte composição física, Orlando não foi um homem beneficiado pela natureza. Em compensação, o baixinho Orlando tinha malícia, sutileza e inteligência para se livrar da marcação e aparecer sempre no lugar certo para fazer seus gols. Com tais atributos, Orlando ganhou o apelido de “Pingo de Ouro”. O seu apelido foi dado após marcar 4 gols em um dia chuvoso contra o Bonsucesso, tendo o jornalista José Araújo escrito no dia posterior, que Orlando "parecia um pingo d'água presente em todo o gramado e brilhando como se fosse ouro". apelido que o acompanhou durante toda sua carreira nos clubes em que defendeu. Fazia gols em quantidade e gols importantes, como o antológico gol de bicicleta, que decidiu o Torneio Municipal, contra o Expresso Vascaíno em 1948. Ou o que abriu a contagem na vitória de 2×0 sobre o Corinthians, na primeira partida válida pela final do Mundial de 1952 (Copa Rio). Obrigado Orlando Pingo de Ouro! ST

  • O dia que vencemos o poderoso Real Madrid O primeiro encontro do Fluminense com o Real Madrid, foi no ano de 1985, jogando um torneio conhecido como Teresa Herrera. O torneio sempre foi muito conceituado na Europa, e a nossa segunda máquina, foi lá para disputá-lo como convidado. O Fluminense perdeu o primeiro jogo para o Porto por 1x0, que era uma semifinal, e teve que disputar o terceiro lugar do torneio contra um dos times mais poderosos do mundo: O temido Real Madrid, que havia perdido a outra semifinal para o Atlético de Madrid. O Fluzão tinha um timaço, e encarou o time merengue de igual para igual. O Tricolor abriu o placar com Washington logo aos 12 minutos da primeira etapa. Aos 24, Assis fez o segundo mostrando até certa superioridade diante ao time espanhol. O Flu ainda poderia ter saído com um resultado mais elástico e goleado, mas Romerito perdeu a penalidade defendida pelo goleiro Agustín. O Fluminense terminou a participação no torneio em terceiro, deixando o Real Madrid amargar a última posição da competição. FLUMINENSE: Paulo Victor; Aldo, Duilio, Renato; Vica, Deley, Jandir (Leomir 84), Assis; Romerito, Washigton, Tato (Paulinho). Técnico: Nelsinho REAL MADRID (Espanha): Agustín; Chendo, Camacho, Maceda (Juanito 45´), Sanchís; Salguero, Míchel,Gallego (Valdano 70´), Gordillo; Butragueño, Hugo Sánchez (Santillana 38´). Técnico: sem informações. Vence o Fluminense! ST

    O dia que vencemos o poderoso Real Madrid O primeiro encontro do Fluminense com o Real Madrid, foi no ano de 1985, jogando um torneio conhecido como Teresa Herrera. O torneio sempre foi muito conceituado na Europa, e a nossa segunda máquina, foi lá para disputá-lo como convidado. O Fluminense perdeu o primeiro jogo para o Porto por 1x0, que era uma semifinal, e teve que disputar o terceiro lugar do torneio contra um dos times mais poderosos do mundo: O temido Real Madrid, que havia perdido a outra semifinal para o Atlético de Madrid. O Fluzão tinha um timaço, e encarou o time merengue de igual para igual. O Tricolor abriu o placar com Washington logo aos 12 minutos da primeira etapa. Aos 24, Assis fez o segundo mostrando até certa superioridade diante ao time espanhol. O Flu ainda poderia ter saído com um resultado mais elástico e goleado, mas Romerito perdeu a penalidade defendida pelo goleiro Agustín. O Fluminense terminou a participação no torneio em terceiro, deixando o Real Madrid amargar a última posição da competição. FLUMINENSE: Paulo Victor; Aldo, Duilio, Renato; Vica, Deley, Jandir (Leomir 84), Assis; Romerito, Washigton, Tato (Paulinho). Técnico: Nelsinho REAL MADRID (Espanha): Agustín; Chendo, Camacho, Maceda (Juanito 45´), Sanchís; Salguero, Míchel,Gallego (Valdano 70´), Gordillo; Butragueño, Hugo Sánchez (Santillana 38´). Técnico: sem informações. Vence o Fluminense! ST

  • Aí presidente @mbittenfluoficial, desafio da camisa branca: Eu e os amigos @23leooliveira e @igor.vmelo no Maraca em 2010.

    Aí presidente @mbittenfluoficial , desafio da camisa branca: Eu e os amigos @23leooliveira e @igor.vmelo no Maraca em 2010.

  • GUARDIÕES DA BALIZA Archibald Thomas Waterman nasceu no bairro de Westminster em Londres em 6 de abril de 1886, e imigrou para o brasil em 1906, chegando ao Rio de Janeiro não se sabe ao certo o verdadeiro motivo, mas aos 20 anos de idade, o inglês trouxe consigo o seu amor pelos esportes, em especial o críquete. Chegou ao tricolor por intermédio do seu companheiro de time, que também era seu amigo e conterrâneo, o zagueiro Walter Salmond. Menos de dois meses após ter chegado ao Rio, Waterman fazia a sua estréia na meta tricolor no returno do campeonato carioca, contra o Rio Cricket, nas Laranjeiras. O Fluminense nos seus primeiros anos de existência tinha uma certa predileção por arqueiros de nacionalidade britânica, como Francis Walter, que era o goleiro titular e também presidente do clube. Mas assim que chegou, Waterman já ganhou a titularidade, pois Francis Walter estava de viagem marcada para a Inglaterra. Nos quatro anos que esteve nas Laranjeiras, Waterman formou com os zagueiros Victor Etchegaray e Walter Salmond um trio final quase intransponível. Desde que estreou em agosto de 1906 com o Campeonato Carioca já em andamento, o contador inglês participou simplesmente de todos os jogos da campanha do tetracampeonato de 1906-1907-1908-1909, acumulando um total de 23 vitórias, 4 empates e apenas uma derrota. Naquela época, usar muito as mãos no football, era uma ofensa imperdoável. O movimento clássico ao defender um chute de curvar o corpo para frente, encolher a barriga e abraçar a bola como se estivesse embalando um bebê, teve em Waterman um dos seus primeiros propagadores. Outro feito digno de nota do jovem inglês é que ele é até hoje, passados mais de 100 anos, o único goleiro da história do Fluminense a marcar um gol durante os 90 minutos de bola rolando, cobrando pênalti. Ao disputar sua última partida pelo Fluminense em setembro de 1910, Waterman acumulara 49 jogos – de 53 possíveis – com a camisa tricolor. O quinto jogador que mais havia atuado pelo clube das Laranjeiras em sua primeira década de existência. Obrigado Mr. Waterman! ST

    GUARDIÕES DA BALIZA Archibald Thomas Waterman nasceu no bairro de Westminster em Londres em 6 de abril de 1886, e imigrou para o brasil em 1906, chegando ao Rio de Janeiro não se sabe ao certo o verdadeiro motivo, mas aos 20 anos de idade, o inglês trouxe consigo o seu amor pelos esportes, em especial o críquete. Chegou ao tricolor por intermédio do seu companheiro de time, que também era seu amigo e conterrâneo, o zagueiro Walter Salmond. Menos de dois meses após ter chegado ao Rio, Waterman fazia a sua estréia na meta tricolor no returno do campeonato carioca, contra o Rio Cricket, nas Laranjeiras. O Fluminense nos seus primeiros anos de existência tinha uma certa predileção por arqueiros de nacionalidade britânica, como Francis Walter, que era o goleiro titular e também presidente do clube. Mas assim que chegou, Waterman já ganhou a titularidade, pois Francis Walter estava de viagem marcada para a Inglaterra. Nos quatro anos que esteve nas Laranjeiras, Waterman formou com os zagueiros Victor Etchegaray e Walter Salmond um trio final quase intransponível. Desde que estreou em agosto de 1906 com o Campeonato Carioca já em andamento, o contador inglês participou simplesmente de todos os jogos da campanha do tetracampeonato de 1906-1907-1908-1909, acumulando um total de 23 vitórias, 4 empates e apenas uma derrota. Naquela época, usar muito as mãos no football, era uma ofensa imperdoável. O movimento clássico ao defender um chute de curvar o corpo para frente, encolher a barriga e abraçar a bola como se estivesse embalando um bebê, teve em Waterman um dos seus primeiros propagadores. Outro feito digno de nota do jovem inglês é que ele é até hoje, passados mais de 100 anos, o único goleiro da história do Fluminense a marcar um gol durante os 90 minutos de bola rolando, cobrando pênalti. Ao disputar sua última partida pelo Fluminense em setembro de 1910, Waterman acumulara 49 jogos – de 53 possíveis – com a camisa tricolor. O quinto jogador que mais havia atuado pelo clube das Laranjeiras em sua primeira década de existência. Obrigado Mr. Waterman! ST

  • FRED: O GUERREIRO MATADOR! Frederico Chaves Guedes, mais conhecido como Fred, é o ídolo e artilheiro mais recente do top 10 de todos os tempos do Fluzão. Fred inciou a carreira no Flu em 2009, e logo na sua estréia marcou 2 gols, e com as mãos, fez um coração para torcida, deixando claro que ganharia o coração de todos os tricolores bem rapidamente. No seu primeiro ano teve uma "missão quase impossível", e assumiu a responsa, liderando o "time de guerreiros", a escapar da quase certa queda para segunda divisão. No ano seguinte, após inúmeras contusões, voltou na reta final, conquistando o tricampeonato brasileiro e coroando aquela arrancada que começou em 2009. Fred é um líder nato, um camisa nove clássico, que com seu ótimo posicionamento e muitos recursos, foi mostrando com o tempo e as conquistas, que ficaria marcado na história tricolor. Fred chegou ao ápice, vestindo as três cores que traduzem tradição, no ano de 2012, onde foi o protagonista, conquistando o campeonato carioca e brasileirão daquele ano. Quebrou recordes e foi artilheiro de diversos campeonatos, honrando sempre o manto tricolor. O Capitão ficou no Fluminense até 2016, e com lágrimas nos olhos deixou o clube prometendo que um dia iria voltar. Fred é o ídolo mais recente da história tricolor e é o terceiro maior artilheiro de todos os tempos com 172 gols marcados em 282 jogos. Está a apenas 12 gols de se tornar o segundo maior artilheiro ao lado de Orlando Pingo de Ouro. Volta Don, estamos a sua espera! O Fred Vai te Pegar! ST.

    FRED: O GUERREIRO MATADOR! Frederico Chaves Guedes, mais conhecido como Fred, é o ídolo e artilheiro mais recente do top 10 de todos os tempos do Fluzão. Fred inciou a carreira no Flu em 2009, e logo na sua estréia marcou 2 gols, e com as mãos, fez um coração para torcida, deixando claro que ganharia o coração de todos os tricolores bem rapidamente. No seu primeiro ano teve uma "missão quase impossível", e assumiu a responsa, liderando o "time de guerreiros", a escapar da quase certa queda para segunda divisão. No ano seguinte, após inúmeras contusões, voltou na reta final, conquistando o tricampeonato brasileiro e coroando aquela arrancada que começou em 2009. Fred é um líder nato, um camisa nove clássico, que com seu ótimo posicionamento e muitos recursos, foi mostrando com o tempo e as conquistas, que ficaria marcado na história tricolor. Fred chegou ao ápice, vestindo as três cores que traduzem tradição, no ano de 2012, onde foi o protagonista, conquistando o campeonato carioca e brasileirão daquele ano. Quebrou recordes e foi artilheiro de diversos campeonatos, honrando sempre o manto tricolor. O Capitão ficou no Fluminense até 2016, e com lágrimas nos olhos deixou o clube prometendo que um dia iria voltar. Fred é o ídolo mais recente da história tricolor e é o terceiro maior artilheiro de todos os tempos com 172 gols marcados em 282 jogos. Está a apenas 12 gols de se tornar o segundo maior artilheiro ao lado de Orlando Pingo de Ouro. Volta Don, estamos a sua espera! O Fred Vai te Pegar! ST.

  • O Torneio de Paris é um tradicional torneio disputado na cidade de Paris, que teve início no ano de 1956 para comemorar 50 anos do voo de Santos Dumont na capital francesa, mas acabou sendo disputada apenas no ano seguinte. O regulamento inicial determinava que a cidade de Paris deveria ter duas vagas obrigatórias, uma vaga para equipes brasileiras, para homenagear o pai da aviação e mais dois convidados da Europa. Com o regulamento já um pouco modificado na década de 1970, O Fluminense fazia um tour pela Europa com sua "Máquina Tricolor", e foi convidado a participar do Torneio. Os participantes foram o poderoso time da capital, O PSG, a Seleção Brasileira Olímpica e a Seleção Européia (melhores jogadores europeus da temporada, Escolhida pelos jornalistas da Revista France Football). O torneio foi divido em chaves semifinais, onde o primeiro adversário tricolor foram os donos da casa, o Paris Saint Germain, na qual o Flu não tomou conhecimento, vencendo por 2x0 com 2 gols do nosso príncipe das Laranjeiras: Rivelino. O tricolor chegara a final do Torneio, e iria encarar uma forte equipe européia, com uma seleção montada com os melhores jogadores europeus da temporada. O Fluzão, como de costume, contrariou a lógica e Paulo César, abriu o placar, Doval fez o segundo e o capita, Carlos Alberto Torres, cobrando pênalti, fechou a conta na vitória tricolor por 3x1, sagrando-se campeão invicto do Torneio parisiense. Time Campeão: Renato, Rubens Galaxe, Torres, Miguel ( Edval ) e Rodrigues Neto; Pintinho, Kléber e Rivelino (Carlinhos); Dirceu, L. Alberto, Doval e Paulo César Vence o Fluminense! ST

    O Torneio de Paris é um tradicional torneio disputado na cidade de Paris, que teve início no ano de 1956 para comemorar 50 anos do voo de Santos Dumont na capital francesa, mas acabou sendo disputada apenas no ano seguinte. O regulamento inicial determinava que a cidade de Paris deveria ter duas vagas obrigatórias, uma vaga para equipes brasileiras, para homenagear o pai da aviação e mais dois convidados da Europa. Com o regulamento já um pouco modificado na década de 1970, O Fluminense fazia um tour pela Europa com sua "Máquina Tricolor", e foi convidado a participar do Torneio. Os participantes foram o poderoso time da capital, O PSG, a Seleção Brasileira Olímpica e a Seleção Européia (melhores jogadores europeus da temporada, Escolhida pelos jornalistas da Revista France Football). O torneio foi divido em chaves semifinais, onde o primeiro adversário tricolor foram os donos da casa, o Paris Saint Germain, na qual o Flu não tomou conhecimento, vencendo por 2x0 com 2 gols do nosso príncipe das Laranjeiras: Rivelino. O tricolor chegara a final do Torneio, e iria encarar uma forte equipe européia, com uma seleção montada com os melhores jogadores europeus da temporada. O Fluzão, como de costume, contrariou a lógica e Paulo César, abriu o placar, Doval fez o segundo e o capita, Carlos Alberto Torres, cobrando pênalti, fechou a conta na vitória tricolor por 3x1, sagrando-se campeão invicto do Torneio parisiense. Time Campeão: Renato, Rubens Galaxe, Torres, Miguel ( Edval ) e Rodrigues Neto; Pintinho, Kléber e Rivelino (Carlinhos); Dirceu, L. Alberto, Doval e Paulo César Vence o Fluminense! ST

  • ENGRENAGENS TRICOLORES Marco Antônio Feliciano, foi um lateral esquerdo de imenso talento. Um jogador de muitos recursos. Apresentava um futebol elegante de muita habilidade com o couro nos pés. Chegou ao Fluminense em 1968, e no no seguinte, com apenas 18 anos, já era titular absoluto no tricolor, conquistando o título carioca de 1969 em um dos mais espetaculares Fla-Flus de todos os tempos. Com 19, já estava convocado para a seleção brasileira que ganharia a Copa do Mundo de 1970. Participou de duas máquinas de jogar futebol no Fluminense: o time multicampeão entre 1969 e 1971, e o time galático de Rivellino e Paulo César Caju, em 1975. No hiato entre as duas, ainda abocanhou o título de 1973, em um célebre Fla-Flu disputado sob chuva, que o tricolor venceu por 4×2. Um colecionador de títulos. Marco é um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro. Era completo, apoiava, marcava, cruzava, batia falta, era imensamente inteligente. O amigo Paulo César Caju, recentemente falou sobre o abandono dos velhos craques que fizeram história no passado. Apesar de serem considerados “patrimônios nacionais e imorríveis”, podem ser encontrados perdidos e filmados em qualquer esquina. Deprimidos, bêbados, loucos, mas com o coração abarrotado de paixão por um futebol que se perdeu no tempo. Vamos Resgatar a memória os craques que nos fizeram vibrar, comemorar e chorar de emoção! NÃO DEIXEM O PASSADO O MORRER! ST.

    ENGRENAGENS TRICOLORES Marco Antônio Feliciano, foi um lateral esquerdo de imenso talento. Um jogador de muitos recursos. Apresentava um futebol elegante de muita habilidade com o couro nos pés. Chegou ao Fluminense em 1968, e no no seguinte, com apenas 18 anos, já era titular absoluto no tricolor, conquistando o título carioca de 1969 em um dos mais espetaculares Fla-Flus de todos os tempos. Com 19, já estava convocado para a seleção brasileira que ganharia a Copa do Mundo de 1970. Participou de duas máquinas de jogar futebol no Fluminense: o time multicampeão entre 1969 e 1971, e o time galático de Rivellino e Paulo César Caju, em 1975. No hiato entre as duas, ainda abocanhou o título de 1973, em um célebre Fla-Flu disputado sob chuva, que o tricolor venceu por 4×2. Um colecionador de títulos. Marco é um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro. Era completo, apoiava, marcava, cruzava, batia falta, era imensamente inteligente. O amigo Paulo César Caju, recentemente falou sobre o abandono dos velhos craques que fizeram história no passado. Apesar de serem considerados “patrimônios nacionais e imorríveis”, podem ser encontrados perdidos e filmados em qualquer esquina. Deprimidos, bêbados, loucos, mas com o coração abarrotado de paixão por um futebol que se perdeu no tempo. Vamos Resgatar a memória os craques que nos fizeram vibrar, comemorar e chorar de emoção! NÃO DEIXEM O PASSADO O MORRER! ST.

  • Cada manto tem a sua história, cada história contém lembranças de cada jogo, cada conquista, cada comemoração... Ohhh saudade de ver o meu Flu jogar! #mantostricolores #Fluminense #flu100k #nenseee #tricolor #tricoloremtodacasa #umfluprarecordar #tricoloremtodacasa

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